terça-feira, agosto 1

a consciência não se apaga*

na diagonal da sombra
já todos os homens
resgataram as mãos

a sombra amovível
medida entre dois espaços
o da tua memória
e o do teu olhar


Álvaro de Oliveira
Baladas de Orvalho

(Passos de Anisa 14)

*nota os títulos dos posts e as imagens escolhidas para a poesia que tenho vindo a publicar do Álvaro são da minha responsabilidade.

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